Paula Pequeno
Paula Pequeno
"Cada uma sabe o que passou nestes quatro anos (de ciclo olímpico), o que teve que ouvir. Agora o grupo está completamente focado"
Data de nascimento22/01/1982
Local de nascimentoBrasília (DF)
ResidênciaSão Paulo (SP)
Peso e altura75 kg / 1,85 m
PosiçãoPonteira
Participação em PequimCampeã
Uma das principais jogadoras da atual geração do voleibol brasileiro, Paula Pequeno é conhecida tanto pela beleza quanto pela disposição que apresenta nas quadras. E mesmo chegando à sua primeira edição das Olimpíadas, foi um dos destaques da seleção brasileira na conquista da inédita medalha de ouro para o vôlei feminino do Brasil.
Paula já havia confirmado seu potencial no Pan-Americano do Rio de Janeiro. Embora tenha feito parte da Campanha de Prata, que marcou mais uma etapa negativa deste tempo, uma ponta foi bem em todos os fundamentos e destacou-se positivamente.
Vaidosa, a jogadora do Finasa / Osasco é uma das musas da seleção. Ela conseguiu seu espaço na equipe com muita garra, superando períodos de ausência provocados por uma lesão grave não joelho e pela maternidade. Uma das suas Motivações é a filha que teve com o jogador de handebol Alexandre Folhas, há dois anos, chamada Mel.
O vôlei entrou na vida da jogadora por Intermédio da mãe e do irmão, jogadores que eram. Paula foi assistir a uma partida do irmão quando recebeu um convite para fazer um teste. A atleta, que dos quatro aos 13 anos foi modelo, resolveu então mudar de área, pois achava que o esporte valorizaria mais a sua saúde.
A veia artística de Paula não se limitou às passarelas. Filha de um músico, ela quase virou cantora. Até hoje toca diversos instrumentos Percussivos, como pandeiro, tan-tan, chocalho e surdo. Mas para sorte da Seleção Brasileira, foi mesmo o vôlei que encantou um atleta.
A carreira nas quadras começou em sua cidade natal, Brasília. Mas foi no Osasco, clube que defende há nove anos, que Paula conseguiu os seus principais resultados, como o tricampeonato da Superliga.
Pela seleção, ganhou sua primeira chance em 2002, quando algumas das principais equipes do País Deixaram o time em protesto contra o técnico Marco Aurélio Motta. Campeã mundial juvenil No ano anterior, Paula esteve presente nenhum Mundial de 2002, quando o Brasil terminou em sétimo lugar.
Mesmo após a queda de Motta, em 2003, Paula Continuou sendo chamada. A atleta era nome certo no grupo que disputaria a Olimpíada de Atenas, em 2004, mas uma lesão não ligamento cruzado do joelho esquerdo um poucos meses dos Jogos na Grécia um tirou da competição.
O retorno aconteceu em 2005, quando o Brasil conquistou o título do Grand Prix e Paula foi eleita a melhor jogadora da competição. No final da temporada, a atleta anunciou que estava grávida. Assim, ficou outro ano afastada da seleção.
Após o nascimento de Mel, Paula passou a treinar duro para conquistar uma vaga na equipe que disputaria o Mundial no Japão, em 2006. E mesmo sem ritmo de jogo, ela foi Convocada pelo técnico José Roberto Guimarães. No torneio, Paula Atuou pouco, mas teve papel fundamental na concentração do time. Sempre bem disposta e brincalhona, ajudou a seleção um ficar com uma medalha de prata não Mundial.
Este ano, mais uma vez Ponta teve um papel importante na preparação do time, que Incluiu o título do Grand Prix, no Japão. A competição credenciou o time comandado por Zé Roberto como um principais candidatos ao pódio nos Jogos de Pequim, favoritismo confirmado com uma conquista do ouro em uma campanha invicta.



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