quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Daniele Hypólito

Daniele Hypólito



Daniele Hypólito


Daniele abriu caminho para o sucesso internacional da ginástica brasileira nos Jogos de Sydney, em 2000

Data de nascimento08/07/1984

Local de nascimentoSanto André (SP)

ResidênciaRio de Janeiro (RJ)

Peso e altura43 kg / 1,47 m

Participação em Pequim8 º lugar por equipes, 37 ª no solo, a 50 ª nas barras, 62 ª na trave
 
Aos 23 anos, Daniele Hypólito foi à China na condição de coadjuvante de Jade Barbosa e até mesmo do irmão, Diego Hypólito. E lá foi exatamente isso que se viu. Bem longe do auge, uma ginasta, que disputou sua terceira e última Olimpíada, ajudou a equipe brasileira to achieve uma inédita decisão por equipes e ficar em oitavo lugar. No entanto, ficou muito longe das finais de solo, trave e barras assimétricas, aparelhos que disputou nas eliminatórias.




Apesar dos resultados inexpressivos em Pequim, Daniele encerra sua carreira olímpica como primeira ginasta de destaque do país, TENDO OS alcançado até então inéditos 20 º e 12 º lugares não individual geral em Sydney-2000 e Atenas-2004, respectivamente. A posição, porém, foi superada pela 10 ª colocação de Jade Barbosa nos Jogos deste ano.



Aos 15 anos de idade, um paulista praticamente abriu as portas para o surgimento da Ginástica Artística Brasileira no cenário internacional. Nas Olimpíadas de Sydney-2000, uma garota de Santo André, que havia começado na modalidade foi em uma associação local 20 ª Colocada no geral individual, à época, o melhor resultado da história do país. Desde então, o esporte nunca mais foi o mesmo.



Mas, antes de Atingir o estrelato, Daniele passou por um drama pessoal enorme. Em 1997, um acidente de ônibus quase colocou fim a carreira da jovem ginasta. O desastre ocorreu durante uma viagem da delegação do Flamengo e Daniele Sofreu apenas algumas escoriações. Sua técnica Georgette Vidor, porém, ficou paraplégica.



Competindo, uma ginasta voltou uma surpreender com uma medalha de prata no solo do Campeonato Mundial de 2001. A primeira conquista verde-amarela na competição. Os bons resultados renderam um Daniele um lugar cativo na seleção permanente de ginástica formada em 2002 e comandada pelo técnico ucraniano Oleg Ostapenko, considerado um dos Responsáveis pela evolução da modalidade no Brasil. Assim como as outras ginastas, Daniele se mudou para Curitiba.



Mas ela nunca se adaptou muito bem à capital paranaense e chegou a idas e vindas Alternar para uma base do Flamengo. Antes de viajar aos Jogos de Pequim, estava no Rio de Janeiro e só voltou a Curitiba por questões burocráticas.







Daiane Dos Santos

Daiane Dos Santos

Daiane dos Santos


Daiane volta aos Jogos após decepção em Atenas, quando estava entre as favoritas no solo e acabou sem medalhas

Data de nascimento10/02/1983

Local de nascimentoPorto Alegre (RS)

ResidênciaCuritiba (PR)

Peso e altura43 kg / 1,46 m

ProvasPor equipes e por aparelhos

Participação em Pequim8 º lugar por equipes, 6 º no solo, 35 º no salto
 
Daiane disputou sua primeira Olimpíada, em 2004, como uma grande estrela da ginástica brasileira e favorita à medalha de ouro no solo. Em 2008, a gaúcha chegou aos Jogos de Pequim sem muitas chances reais de medalha no solo e Dividindo os holofotes com Diego Hypólito e Jade Barbosa. A chegada a final no solo eo sexto lugar no aparelho foi Possível porque ela acreditou que deixar de ser um protagonista da ginástica artística brasileira um ajudaria na China.




"A pressão agora é menor e isso ajuda um pouco. Não existe mais tanta cobrança, como há quatro anos. O fato de termos mais atletas de ponta tira esse peso ", dizia antes da disputa que Daiane, em Atenas-04, perdeu a medalha por conta de duas aterrissagens ruínas durante sua série embalada ao som do chorinho" Brasileirinho ". Em Pequim, os erros persistiram, ela pisou fora do tablado, foi penalizada e ficou fora da disputa do pódio.



Daiane dos Santos Assumiu uma condição de estrela máxima da ginástica nacional quando, em 2003, foi campeã mundial de solo nos Estados Unidos. O feito Inaugurou uma série de vitórias de Daiane, que seguiu acumulando ouros em etapas internacionais da Copa do Mundo e na Superfinal de 2006, em São Paulo. Na disputa paulista, entretanto foi beneficiada por uma queda da chinesa Fei Sheng. Há dois anos, a gaúcha já não Unanimidade uma época e deixava de encabeçar uma lista de favoritas.



A queda de rendimento de Daiane, como acontece com uma das ginastas Esmagadora maioria, foi resultado do excesso de lesões por conta da exaustiva rotina de treinamentos. Desde o ano passado, Daiane não faz mais que um auxiliar equipe brasileira. Foi assim no Pan do Rio de Janeiro, onde o Brasil foi prata, e no Mundial de Stuttgart, na Alemanha, onde a seleção conquistou uma vaga olímpica terminando a competição sem quinto lugar - o melhor resultado da história do país.



Daiane não conquista uma medalha individual em um torneio internacional desde maio de 2007, quando foi bronze no solo na etapa de Ghent (Bélgica) da Copa do Mundo. Seu melhor resultado este ano não passa de um quarto lugar em Cottbus, na Alemanha, pela mesma competição.



Em Atenas, o grupo que tinha Daiane, Daniele Hypólito, Laís Souza, Camila Comin, Caroline Molinari e Ana Paula Rodrigues foi nono colocado. Daquele tempo, como primeiras três voltaram aos Jogos de Pequim em companhia de Jade, Ethiene Franco e Ana Cláudia. Agora, o oitavo lugar, com uma inédita chegada à final da competição, foi uma evolução da equipe brasileira.






Sassá

Sassá

Sassá


"Guardo com muito carinho o título de 2001 do Campeonato Mundial Juvenil, que conquistei exatamente no dia do meu aniversário"

Data de nascimento09/09/1982

Local de nascimentoBarbacena (MG)

ResidênciaOsasco (SP)

Peso e altura76 kg / 1,79 m

PosiçãoPonta

Participação em PequimCampeã
 
Alguns Atacante de grande qualidade técnica e dona de um excelente saque, Sassá foi acionada em momentos chaves nas Olimpíadas de Pequim. Ela contribuiu para a conquista do primeiro ouro olímpico da seleção feminina. O time do técnico José Roberto Guimarães chegou ao título após uma vitória de 3 sets a 1 sobre os Estados Unidos.




Sassá começou a jogar vôlei em sua cidade natal, Barbacena, no interior de Minas Gerais. Como profissional, estreou na temporada 2000/2001 da Superliga. Com apenas 18 anos a atacante já era titular no Vasco, TENDO conquistado o título estadual eo vice da Superliga. O bom desempenho fez com que ela se transferisse para o Rexona, clube que defendeu até 2007 e pelo qual ganhou três títulos nacionais.



Na seleção, Sassá foi uma das jogadoras que se deram bem com a crise de 2002. Ela ganhou uma vaga nenhum tempo de Marco Aurélio Motta após as saídas de Érika, Walewska, Raquel, Fofão, Elisângela e Virna.



Com Motta, naquele ano, Sassá conseguiu o quarto lugar nenhum Grand Prix eo sétimo n º Campeonato Mundial. A chegada de José Roberto Guimarães, em 2003, fez com que ela saísse da seleção. Mas, após uma excelente temporada no Rexona, um atacante recebeu uma nova chance, garantindo vaga na Olimpíada de Atenas.



Sassá fez sua estréia em Olimpíadas como reserva. Acionada apenas em trechos das partidas em Atenas, ela foi uma das jogadoras importantes da semifinal contra uma Rússia, atuando durante o terceiro e quarto sets no lugar de Virna. Não evitou, porém, que o Brasil sofresse uma vitória de virada, por 3 um 2, e fosse eliminado. Na decisão do bronze, Atuou durante boa parte do jogo, mas outra vez amargou uma derrota, desta vez para Cuba.



Na reformulação que a seleção passou após o quarto lugar na Grécia, Sassá garantiu vaga na equipe titular do Brasil. Em 2006, sagrou-se vice-campeã mundial. Assim como grande parte do elenco que vai a Pequim, Sassá acumula dois grandes fracassos com a seleção brasileira, uma prata no Pan-Americano do Rio, em final perdida para um rival Cuba, eo tropeço na decisão frente à Rússia não Mundial de 2006.



Depois de conquistar o tricampeonato na Superliga, com as cores do carioca Rexona-Ades, Sassá voltará a atuar em São Paulo. A jogadora foi apresentada no rival Osasco em junho, e será o grande Reforço da equipe paulista para a temporada.



Sheilla

Sheilla

Sheilla


"O grupo merecia demais. A Mari pediu esse presente [de aniversário]. Agora caiu a ficha de que a gente conseguiu chegar onde queria"

Data de nascimento01/07/1983

Local de nascimentoBelo Horizonte (MG)

ResidênciaSão Caetano (SP)

Peso e altura64 kg / 1,86 m

PosiçãoOposto

Participação em PequimCampeã
 
A estréia em Olimpíadas não poderia ter Sido melhor. Sheilla foi um dos destaques do time brasileiro na conquista do primeiro ouro Jogos da Seleção Feminina em. Maior pontuadora brasileira em Pequim, a oposto ficou ainda na lista das dez melhores atacantes e das cinco melhores bloqueadoras do torneio.




"O grupo merecia demais. A Mari pediu esse presente [de aniversário] para todo mundo. Agora caiu a ficha ea gente conseguiu chegar onde queria", afirmou após uma conquista.



Destaque no vice-campeonato do Mundial de 2006, Sheilla novamente foi vice-campeã no Pan-Americano do Rio de Janeiro, após participar de campanha com o mesmo resultado em Santo Domingo. Titular nos últimos jogos da campanha de Prata, um oposto teve boa participação na competição, mas errou em momentos cruciais.



Sheilla começou a se interessar pelo vôlei nas aulas de Educação Física no colegio. O seu primeiro clube foi o Mackenzie, que defendeu até 2000, quando foi contratada pelo Minas. Na principal equipe mineira, Sheilla ganhou destaque e foi campeã da Superliga na temporada 2001/2002 e vice nas duas temporadas seguintes.



Em 2004, a jogadora foi contratada pelo Pesaro, um dos principais times da Itália, e sob o comando do técnico José Roberto Guimarães, também da Seleção Brasileira. Em 2007, chegou a ultrapassar a barreira dos mil pontos sem Campeonato Italiano. Nos últimos anos, uma mineira teve a companhia de Mari na equipe.



Na seleção, teve sua primeira chance na conturbada equipe de 2002 sob o comando de Marco Aurélio Motta. Sheilla foi uma das atletas que foram para Substituir Chamadas como jogadoras DISSIDENTES. Desta forma, participou do Mundial na Alemanha, mas não permaneceu.



Com a entrada de Zé Roberto na seleção, Sheilla perdeu espaço, voltando apenas ao tempo em 2005 para ganhar dois títulos seguidos do Grand Prix, como voltou a fazer este ano na competição. Titular absoluta, a musa foi uma das principais atletas do Brasil na campanha que terminou com o vice-campeonato mundial no Japão, no final do ano passado.



Pouco antes do título no Grand Prix e após ter feito boas temporadas na Itália, Sheilla anunciou sua volta ao voleibol brasileiro. Ao lado de Mari e Fofão, ela defenderá a equipe do São Caetano



Paula Pequeno

Paula Pequeno

Paula Pequeno


"Cada uma sabe o que passou nestes quatro anos (de ciclo olímpico), o que teve que ouvir. Agora o grupo está completamente focado"

Data de nascimento22/01/1982

Local de nascimentoBrasília (DF)

ResidênciaSão Paulo (SP)

Peso e altura75 kg / 1,85 m

PosiçãoPonteira

Participação em PequimCampeã
 
Uma das principais jogadoras da atual geração do voleibol brasileiro, Paula Pequeno é conhecida tanto pela beleza quanto pela disposição que apresenta nas quadras. E mesmo chegando à sua primeira edição das Olimpíadas, foi um dos destaques da seleção brasileira na conquista da inédita medalha de ouro para o vôlei feminino do Brasil.




Paula já havia confirmado seu potencial no Pan-Americano do Rio de Janeiro. Embora tenha feito parte da Campanha de Prata, que marcou mais uma etapa negativa deste tempo, uma ponta foi bem em todos os fundamentos e destacou-se positivamente.



Vaidosa, a jogadora do Finasa / Osasco é uma das musas da seleção. Ela conseguiu seu espaço na equipe com muita garra, superando períodos de ausência provocados por uma lesão grave não joelho e pela maternidade. Uma das suas Motivações é a filha que teve com o jogador de handebol Alexandre Folhas, há dois anos, chamada Mel.



O vôlei entrou na vida da jogadora por Intermédio da mãe e do irmão, jogadores que eram. Paula foi assistir a uma partida do irmão quando recebeu um convite para fazer um teste. A atleta, que dos quatro aos 13 anos foi modelo, resolveu então mudar de área, pois achava que o esporte valorizaria mais a sua saúde.



A veia artística de Paula não se limitou às passarelas. Filha de um músico, ela quase virou cantora. Até hoje toca diversos instrumentos Percussivos, como pandeiro, tan-tan, chocalho e surdo. Mas para sorte da Seleção Brasileira, foi mesmo o vôlei que encantou um atleta.



A carreira nas quadras começou em sua cidade natal, Brasília. Mas foi no Osasco, clube que defende há nove anos, que Paula conseguiu os seus principais resultados, como o tricampeonato da Superliga.



Pela seleção, ganhou sua primeira chance em 2002, quando algumas das principais equipes do País Deixaram o time em protesto contra o técnico Marco Aurélio Motta. Campeã mundial juvenil No ano anterior, Paula esteve presente nenhum Mundial de 2002, quando o Brasil terminou em sétimo lugar.



Mesmo após a queda de Motta, em 2003, Paula Continuou sendo chamada. A atleta era nome certo no grupo que disputaria a Olimpíada de Atenas, em 2004, mas uma lesão não ligamento cruzado do joelho esquerdo um poucos meses dos Jogos na Grécia um tirou da competição.



O retorno aconteceu em 2005, quando o Brasil conquistou o título do Grand Prix e Paula foi eleita a melhor jogadora da competição. No final da temporada, a atleta anunciou que estava grávida. Assim, ficou outro ano afastada da seleção.



Após o nascimento de Mel, Paula passou a treinar duro para conquistar uma vaga na equipe que disputaria o Mundial no Japão, em 2006. E mesmo sem ritmo de jogo, ela foi Convocada pelo técnico José Roberto Guimarães. No torneio, Paula Atuou pouco, mas teve papel fundamental na concentração do time. Sempre bem disposta e brincalhona, ajudou a seleção um ficar com uma medalha de prata não Mundial.



Este ano, mais uma vez Ponta teve um papel importante na preparação do time, que Incluiu o título do Grand Prix, no Japão. A competição credenciou o time comandado por Zé Roberto como um principais candidatos ao pódio nos Jogos de Pequim, favoritismo confirmado com uma conquista do ouro em uma campanha invicta.

Mari

Mari


90osiçãoPonteiraarticipação em PequimCampeã

Mari é uma das maiores revelações brasileiras dos últimos anos. No Grand Prix 2004, fez sua estréia oficial com a camisa amarela e foi o destaque do time, arrebatando a confiança da veterana levantadora Fernanda Venturini. Ganhou fama repentina pela eficiência no ataque e, sempre séria, pela "frieza" em quadra. No Pan-Americano do Rio de Janeiro, no entanto, foi apenas coadjuvante na frustrante campanha da medalha de prata - na final, a equipe sofreu derrota para a rival Cuba.







Na Olimpíada de Atenas, Mari também não obteve o mesmo sucesso. Apesar de ter sido a maior pontuadora da seleção, Mari acabou marcada como uma das que não conseguiram colocar no chão as bolas decisivas na semifinal, contra a Rússia, quando a seleção perdeu de virada e foi eliminada. Na disputa do bronze, abalada, Mari foi substituída logo no primeiro set, e assistiu do banco sua equipe perder a medalha para Cuba. Até hoje, a jogadora é apontada como uma das "culpadas" pela derrota.






A redenção, porém, veio em Pequim-2008. Em nova posição, depois de ter deixado de ser oposta para virar ponteira passadora, a atacante voltou a se destacar como uma das principais pontuadoras do time. Ainda teve uma das melhores recepções do torneio e, mais importante, ajudou o Brasil a conquistar a inédita medalha de ouro.






Neta de russos e alemães, Mari descobriu o vôlei aos 14 anos, quando em uma consulta médica foi incentivada a praticar o esporte. O seu primeiro time foi o Rolândia, no interior do Paraná. Depois, jogou em Londrina, como meio-de-rede. Apenas quando foi para as categorias de base do Osasco, em 2000, é que passou a atuar como ponta e oposto. E foi nesta última posição que ganhou a vaga na seleção.






No Osasco, Mari ganhou uma oportunidade na equipe titular no Campeonato Paulista de 2003, quando as principais jogadoras do time estavam na seleção. A atleta não desperdiçou a chance. Com um jeito frio e inteligente, Mari comandou a equipe rumo ao título e foi "efetivada" pelo técnico José Roberto Guimarães.






A atacante correspondeu em quadra, sendo uma das melhores jogadoras do Osasco, suprindo a ausência de Paula Pequeno, machucada. Na Superliga 2003/2004, campeã, ela foi eleita a revelação do torneio, além de ganhar prêmios como melhor ataque e maior pontuadora. No ano seguinte voltou a ganhar a competição, mas atuou muito pouco, porque precisou passar por uma cirurgia no ombro direito.






Mari voltou de fato às quadras em 2006, quando conquistou o Grand Prix e o vice-campeonato mundial com a seleção. No mesmo ano ela deixou o Osasco e se transferiu para o Pesaro, time do técnico José Roberto Guimarães na Itália. A partir de 2008, ela volta a atuar em um clube brasileiro, o São Caetano.

Na Olimpíada de Atenas, Mari também não obteve o mesmo sucesso. Apesar de ter Sido a maior pontuadora da seleção, Mari acabou Marcada como uma das que não conseguiram colocar no chão como bolas decisivas na semifinal, contra a Rússia, quando a seleção perdeu de virada e foi eliminada. Na disputa do bronze, Abalada, Mari foi substituída logo nenhum jogo primeiro, e assistiu do banco sua equipe perder a medalha para Cuba. Até hoje, uma jogadora é apontada como uma das "culpadas" pela derrota.

A Redenção, porém, veio em Pequim-2008. Em posição nova, depois de ter deixado de ser oposta para virar ponteira passadora, um atacante voltou a se destacar como uma das principais pontuadoras do tempo. Ainda teve uma das melhores Recepções do torneio e, mais importante, ajudou o Brasil a conquistar uma inédita medalha de ouro.

Hélia Souza(Fofão)





"Toda contusão traz um pouco de medo. Não foi algo de risco, mas senti uma pancada muito forte, passou muita coisa pela cabeça"



Data de nascimento10/03/1970


Local de nascimentoSão Paulo (SP)


ResidênciaSão Caetano (SP)


Peso e altura62 kg / 1,73 m


PosiçãoLevantadora


Participação em PequimCampeã
 
 
 
Hélia Souza, mais conhecida como Fofão, chegou às Olimpíadas como uma jogadora mais experiente da seleção brasileira em Pequim. Como levantadora titular da equipe, ela fez a sua despedida da equipe em grande estilo, com o inédito ouro olímpico conquistado sobre os Estados Unidos.







Antes de virar uma jogadora de vôlei, Fofão tentou a sorte não SEM, basquete mas o mesmo sucesso. A atleta começou a carreira como atacante, mas em um treino do São Caetano precisou Substituir a Equipe da levantadora. Desde então, nunca mais trocou de posição. Já na época, passou uma Receber aulas de Zé Roberto. Foi ele quem lhe deu o apelido de Fofão, uma alusão ao personagem bochechudo da televisão que fez sucesso na década de 80.






No Brasil, Fofão Atuou nas equipes principais: São Caetano, São Paulo, Osasco e Rexona. Em 2004, mudou-se para uma Europa para defender o Despar Perugia, da Itália, país onde ficou até este ano.






Na seleção, uma estréia da levantadora foi justamente em 1991, no ano do Pan de Havana. Fofão, entretanto, passou boa parte deste início de trajetória com as cores do Brasil na reserva de Fernanda Venturini. Foi assim que ela ganhou uma medalha em Havana, a prata não Mundial de 1994, o bronze na Olimpíada de Atenas-1996.






Mas quando foi chamada para Substituir Fernanda, que deixou as quadras em 1998, Fofão correspondeu à altura. No Grand Prix de 1998, Fofão conquistou o título com uma seleção e também individual. Como titular, ela foi uma das principais Responsáveis pelo bronze na Olimpíada de Sydney-2000, mesmo disputando praticamente toda uma competição com um problema não tendão de Aquiles. Com a volta de Fernanda Venturini à seleção em 2003, Fofão retornou para uma reserva. Do banco, viu o time ganhar o Grand Prix de 2004 e fracassar na Olimpíada de Atenas, que marcou definitivamente a saída de sua antecessora.






Depois de um ano de descanso, Fofão retornou à seleção. Agora titular incontestável, ganhou as edições de 2006 e de 2008 do Grand Prix e foi capitã da equipe não Mundial do Japão. Mesmo com uma lesão na panturrilha direita, ajudou a seleção uma conquistar uma medalha de bronze.






Na preparação para as Olimpíadas de Pequim, uma paulistana tomou um susto. Durante um amistoso, Sofreu uma forte pancada joelho não, mas teve tempo para se recuperar e compor uma delegação. "Acredito que toda contusão traz um pouco de medo. Não foi algo de risco, mas no momento senti uma pancada muito forte, então passou muita coisa pela minha cabeça", contou. Aos 38 anos, os Jogos na China Últimos Serão Os da jogadora, que, independente do resultado, provou sua importância. Agora, ela volta a atuar no Brasil, pelo São Caetano.